quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Lançamento de livro

O Observatório da Juventude da UFMG e o Observatório Jovem da UFF convidam para o debate e lançamento do livro: “Juventude e Ensino Médio: sujeitos e currículos em diálogo". Dia 08 de outubro, às 16 horas, no Auditório Neidson Rodrigues, na FaE-UFMG. Não perca!




quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Pipas, poesia aérea

Confira o documentário produzido pelo bolsista Menderson Nzangeby, na Escola Municipal Ignácio de Andrade Melo. Com o título "Pipas, poesia áerea", o vídeo conta com a fala de diversos alunos da instituição de ensino. 

Assista através do link https://www.youtube.com/watch?v=l7Te4KRPBnI



Encontro de Formação do PEI-UFMG

No dia 19 de setembro, na FaE, aconteceu o segundo Encontro de Formação do ano de 2014, com o tema “A dimensão do cuidar na Educação Integral”.

Os convidados foram recebidos com um café da manhã e, logo após, a professora Rita Gusmão, coordenadora da área de Teatro, deu início a evento, propondo uma dinâmica aos participantes. Ela pediu que fossem formados seis grupos, com cinco ou seis pessoas, e que elas se apresentassem umas às outras, falando nome, signo, prato predileto, função no PEI, entre outras informações. Em seguida, um representante de cada grupo apresentou os integrantes para todos os presentes.



Dando continuidade, cada grupo recebeu uma questão para que pudessem discutir e compartilhar suas opiniões e experiências. A cada cinco minutos, a professora dava um sinal para que as pessoas trocassem de grupo, sendo mantido um integrante para recuperar a discussão feita na rodada anterior. Assim, todos tiveram a oportunidade de discutir todas as questões propostas e conhecer diferentes pontos de vista.

Na segunda parte do encontro, Érica Dumont, bacharel em Enfermagem e doutoranda em Educação pela UFMG, ministrou uma palestra sobre as dimensões do cuidado na educação integral. Ela falou sobre o conceito de cuidado, as questões políticas e éticas envolvidas e discutiu com os presentes os aspectos educativos das práticas de cuidado na educação integral.



Na terceira parte, houve o relato do bolsista Menderson Nzangeby, contando a sua experiência de integração com os alunos nos tempos-espaços extra oficina, na época em que atuava na Escola Municipal Ignácio de Andrade Melo.  Ele contou que, quando começou a sua oficina, os alunos tinham grande dificuldade em se envolver. Um dia, ao sair da escola, ele reparou que as crianças sempre soltavam pipa após as aulas. Então, para se aproximar, Menderson passou a acompanhá-las, após o fim de cada aula, e percebeu que elas começaram a se abrir mais. O bolsista então decidiu produzir um mini documentário sobre pipas, entrevistando as crianças.




A formação coletiva seguiu com um debate entre os participantes e foi finalizada com uma música cantada por todos.  

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Despedida do Programa Escola Integrada: relato de bolsista da oficina de Música

Participar do Programa Escola Integrada proporciona aos estudantes de graduação experiências inesquecíveis e gratificantes. Contribuir para o aprendizado de uma criança é realmente enriquecedor. Júnior César Tavares Prata, que recentemente se desligou do Programa, conta sobre o trabalho realizado como bolsista da área de Música na Escola Municipal Vicente Guimarães, com alunos entre 7 e 11 anos de idade.

Intitulado “Formação em grupo musical”, o projeto consistiu na educação e socialização através da educação musical, envolvendo cerca de 50 alunos. Segundo Junior, a escolha de quem era o solista, quando era preciso, e o repertório, por exemplo, era inteiramente feita por eles. “O objetivo era levá-los aos palcos, possibilitando a vivência do espetáculo e a presença em público. Como objetivos secundários, não menos importantes, eram desenvolvidas habilidades como concentração, atenção, percepção, atuação, coordenação motora (técnica instrumental), além da resolução de problemas”, afirma Júnior.

No início do projeto, a escola não tinha nenhum recurso de música, e, aos poucos, o bolsista foi conquistando o seu espaço, usando a criatividade: como a sala não era adequada, por causa da reverberação sonora excessiva, Júnior fez com os alunos um tratamento acústico nas paredes do local, utilizando caixas de ovos.

Segundo o ex-bolsista, a recepção dos alunos ao projeto foi bastante satisfatória e ele acredita que a experiência vivida com a garotada foi de suma importância para o seu crescimento pessoal e profissional, e que fará diferença no futuro das crianças.

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Formação Coletiva do PEI-UFMG

Vem aí mais um Encontro de Formação do Programa Escola Integrada UFMG! Dia 19 de setembro, sexta-feira, de 8h às 12h, na Sala de Teleconferências da FaE/UFMG. Contamos com a presença dos bolsistas, professores comunitários, coordenadores e orientadores das áreas!



domingo, 10 de agosto de 2014

I Seminário Internacional de Educação Integral

Estão abertas as inscrições para apresentação de trabalhos nos GTs do I Seminário Internacional de Educação Integral: observando realidades e construindo compromissos que irá ocorrer na Faculdade de Educação da UFMG entre os dias 5 e 7 de novembro.

Acesse o site do Seminário no endereço http://teiaufmg.com.br/seminarioobeduc/ e confira mais informações sobre o evento, como os Grupos de Trabalho, normas para inscrição de resumos e os professores convidados.



sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Oficina de Intervenção Artística Urbana ensina reciclagem para os alunos

Ensinar as crianças a trabalhar com reciclagem tem se tornado comum no dia a dia das escolas. A bolsista Magalli Souza trabalha com o tema na oficina de Intervenção Artística Urbana na Escola Municipal Nossa Senhora do Amparo, com alunos entre 5 e 12 anos. Segundo ela, cada idade exige um processo diferente, de forma que o ensino não vire uma brincadeira de criança.

Associar arte e ensino de uma forma didática e simples foi a tática da bolsista para que seus alunos pudessem aprender sem deles exigir muita técnica. Os trabalhos realizados pelos alunos são expostos na escola e alguns já foram mostrados na rua.

Magalli conta que antes de iniciar qualquer trabalho, ela procura contextualizar o assunto para os alunos saberem por que, para que e como fazer. No 1º semestre, ela desenvolveu uma atividade com materiais reaproveitáveis e pintura com uma turma que nunca teve contato com tintas e muito menos com arte. Para ela, foi interessante ver o desenvolvimento das crianças em cada etapa e sentir que estavam aprendendo.

Os materiais utilizados foram garrafas de vidro e barbantes. Após aprenderem as cores básicas, os estudantes cobriram cada garrafa com barbante e escolheram no mínimo três cores para pintá-las, de forma que elas ficassem visíveis separadamente. Das três cores escolhidas, misturou-se uma pequena parte de cada uma para formar uma nova cor. Com essa nova cor, eles pintaram um pedaço do barbante que foi colocado de forma visível na boca da garrafa pintada com as três cores puras. Assim, as crianças fizeram o processo de criação com as tonalidades desejadas e, após o fim do trabalho, realizaram uma exposição na escola.“Foi uma experiência incrível de aprendizado para mim e para eles. Eles amam pintar, mas, como disse, para a pintura não ficar como brincadeira, associei ao ensino. Eles ficam super entusiasmados e confesso que eu também. Já tenho até outros projetos na mesma escola a pedido da diretora, a partir desse”, finaliza.

Foto: Magalli Souza


Foto: Magalli Souza







terça-feira, 1 de julho de 2014

Clima de Copa do Mundo na Escola Integrada

A Copa do Mundo tem contagiado a todos, e com as crianças não é diferente. Na Escola Municipal Arthur Guimarães, 120 crianças participaram de uma Mini Copa, organizadas por faixa etária e divididas em equipes, sendo que cada uma representou um país diferente.

O bolsista do PEI-UFMG Marco Antônio Trindade Lucas, da área de Acompanhamento Pedagógico, trabalha na escola com alunos de 6 a 12 anos, em dois ciclos e dois turnos. Ele explica que o projeto teve como objetivo simular a Copa do Mundo Fifa, com os mesmos parâmetros e regras. Ele participou do regulamento e das estatísticas - número de gols, faltas, cartões, melhor defesa e ataque, artilheiro e tudo que envolvia a parte matemática do evento. “Acontecia da seguinte forma: escolhia um aluno pra anotar os dados do jogo e depois reunia com a turma e fazia os gráficos e anotações de dados através de uma tabela”, relata.

De acordo com Avanje Cibele, vice-diretora da escola, a ideia do projeto foi ressaltar a importância da participação e não da competição. Além disso, a escola procurou, através da Mini Copa, mostrar que a obediência a regras, a gentileza e o respeito são essenciais para se construir uma boa convivência com aqueles que nos cercam.

Veja o vídeo de abertura do evento na página do PEI-UFMG, no Facebook.

O evento contou ainda com a presença do ex-jogador Marques, do Atlético Mineiro, que concedeu entrevista para a TV Conecta BH. Confira.

Foto: Marco Antônio Trindade Lucas

terça-feira, 27 de maio de 2014

Formação Coletiva

No dia 16 de maio, foi realizado o 1º Encontro de Formação do PEI-UFMG no ano de 2014, com a participação de bolsistas de oficinas, bolsistas de apoio e orientadores das áreas. Os convidados foram recebidos com um café da manhã e, em seguida, a Professora Carla Linhares, coordenadora pedagógica do programa, propôs uma reflexão sobre “Educação integral e integrada: que território é esse?”.

O cenário foi bem diferente do que de costume. Após a fala inicial, a Professora Jussara Fernandino, coordenadora da área de música, afastou as cadeiras e deixou um espaço vazio no meio, para a realização de uma atividade de musicalização.  Ela fez com que todos andassem em círculos, de acordo com o ritmo produzido por ela num pandeiro, e ainda dividiu os presentes em grupos para que eles criassem, apenas com as mãos e a boca, sons para se apresentarem uns aos outros.  Jussara falou um pouco sobre o som único que é produzido por cada um, além de explicar que a música consiste em criar, escutar e executar. O bolsista de apoio da área, Estevão, finalizou esse momento cantando duas músicas com a turma.

Após essa dinâmica, Gustavo Gomes, bolsista da área de teatro, falou sobre o trabalho que ele tem realizado na Escola Municipal Aurélio Pires. Ele contou que tentou, primeiramente, despertar o interesse dos alunos pela dança, escutando muito a opinião e as sugestões de todos. Para ele, isso é fundamental para fazer com que uma oficina funcione. Com essa abertura ao diálogo, ele conseguiu que os alunos criassem uma coreografia para uma apresentação escolar. O bolsista ainda ressalta que, para fazer o projeto funcionar, é preciso garra e determinação de todos, porque nem tudo é fácil. Gustavo conta as dificuldades que ele encontra dentro das escolas, como a falta de liberdade de ação na oficina, estrutura física, volume de alunos, dicotomia entre escola regular e escola integrada, diálogo com as famílias e o horário do projeto. Essa “lista” de desafios fomentou um debate interessante entre as pessoas presentes, que relataram suas dificuldades dentro das oficinas em que atuam, além de compartilhar métodos e ideias para facilitar o andamento das mesmas.

Finalizando o encontro, Marília Barcellos, da coordenação executiva, explicou o funcionamento do programa, seus objetivos principais, as ligações entre as áreas, além das mudanças que aconteceram ao longo dos anos. Essa fala foi importante principalmente para situar os novos bolsistas que entraram no programa em 2014.

Confira, aqui, uma matéria especial sobre o trabalho do bolsista Gustavo Freitas na Escola Municipal Aurélio Pires.

E veja as fotos da Formação Coletiva no Facebook do PEI: clique aqui!